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Sinais de ansiedade na infância: como observar com cuidado

17 de junho de 2026 · Bruna Rocha

A ansiedade faz parte do desenvolvimento e, em certa medida, é esperada na infância. Ela se torna um sinal de atenção quando passa a interferir no sono, na escola ou nas amizades.

O que observar

Mudanças de comportamento costumam comunicar mais do que palavras: irritabilidade, queixas físicas recorrentes (dor de barriga, dor de cabeça), dificuldade para dormir, evitação de situações antes tranquilas. Uma criança que teve dor de barriga na segunda de manhã não está ansiosa. O que importa é quando isso vira rotina.

Como acolher em casa

Validar a emoção (“entendo que você ficou com medo”) costuma ajudar mais do que minimizar (“isso não é nada”). Ajuda quando o dia tem uma ordem que a criança conhece: mesma hora de dormir, aviso antes de mudar o plano. E quando ela pode dizer o que sentiu sem ser corrigida na hora.

Quando buscar ajuda

Se os sinais persistem e atrapalham o cotidiano, vale conversar com um profissional. O acompanhamento psicológico dá à criança um lugar para falar do que a assusta e ajuda a família a decidir o que fazer nas situações que travam em casa.


Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui uma avaliação psicológica individual. Em situações de urgência, procure atendimento presencial, o CVV (188) ou o SAMU (192).

Primeiro contato

Vamos conversar?

A primeira conversa é um momento para nos conhecermos, entender sua demanda e alinhar o caminho terapêutico com leveza e cuidado. Para crianças e adolescentes, o contato é feito com a família.

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